Polícia começa a identificar assaltantes presos e os que morreram em Jaguaruana sousa luciano

A quadrilha de ladrões de bancos era interestadual e formada por criminosos de vários estados nordestinos, como Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte

Três homens e duas mulheres permanecem presos sob suspeita de integrar a quadrilha de ladrões de bancos e carros-fortes desarticulada no fim de semana no Vale do Jaguaribe. O bando agia de forma interestadual, com ataques a cidades de pequeno e médio portes no Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Sete dos integrantes do grupo foram mortos no confronto com as polícias Federal e Militar na cidade de Jaguaruana (a 183Km de Fortaleza), na madrugada do ultimo sábado (1º).


O último suspeito preso foi identificado como José Alves Bezerra Neto, 39 anos, conhecido por “Netão”, natural de Mossoró (RN) e dono de uma extensa ficha criminal. Ele foi capturado numa operação de policiais do 1º BPM (Russas) e do Batalhão de Rondas Intensivas e Ostensivas (BPRaio), no Distrito de Várzea Alegre, na zona rural de Russas (a 163Km de Fortaleza).


A Polícia havia recebido, na manhã de domingo (2) a informação de que havia um estranho na beira da estrada pedindo carona e oferecendo dinheiro para quem o transportasse. Rapidamente, o cerco foi montado e uma equipe do BPRaio foi até um posto na estrada que liga os Municípios de Russas a Aracati. Ali, um caminhoneiro acabou revelando que havia dado carona a um homem e apontou onde havia deixado o suspeito. Pouco tempo depois, “Netão Foi encontrado e preso.


Identificação

Ainda no sábado, a Polícia havia prendido outras quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, que estavam à bordo de uma caminhonete e que supostamente tinham vindo do Rio Grande do Norte para resgatar bandidos da quadrilha que são seus familiares.


Já entre os sete mortos no confronto com a Polícia em Jaguaruana, pelo menos, dois deles foram identificados. Um deles era Ediondas Duarte Costa Júnior, o “Júnior Bombado”,natural de Mossoró e tido como especialista em explosivos, com passagens na Polícia por ataques a bancos no Rio Grande do Norte, São Paulo e outros estados. Ele morreu na hora do tiroteio com a Polícia Militar.


No Hospital de Aracati, morreu um bandido paraibano, identificado como Guilherme Santos da Silva.


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