Ceará reduz homicídios e tem setembro menos violento desde 2010


Camilo Santana esteve presente em solenidade a 99 PMs
O Ceará registrou o mês de setembro menos violento em comparação com os últimos seis anos, neste mesmo período. No último mês, foram contabilizados 222 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). Em 2010, ocorreram 208 assassinatos. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), divulgados nesta segunda-feira, 10, na sede do órgão, no bairro São Gerardo, com a presença do governador Camilo Santana.

Em setembro do ano passado, o Ceará teve 332 CVLIs, que englobam homicídios, lesões corporais seguidas de morte e latrocínios. No comparativo com o mesmo período em 2016, o Estado apresentou uma queda de 33,1%.

A Capital cearense conseguiu reduzir em 57,5% as ocorrências.
Foram 57 mortes em setembro deste ano, contra 134 no mesmo mês do ano passado. Conforme o relatório, houve redução em todos os territórios do Estado.

De acordo com os dados, os nove primeiros meses de 2016 apresentaram uma redução de 15,3% nos casos de mortes violentas. Houve uma queda de 2.965, em 2015, para 2.511 vítimas neste ano.

Homenagem a PMs

Antes da divulgação do relatório sobre os crimes no Ceará, uma solenidade foi realizada na sede da SSPDS, que também contou com a presença do governador Camilo Santana. O ato é uma homenagem aos 99 policiais militares e bombeiros que estiveram à disposição da Força Nacional durante os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

Devido ao envio dos profissionais de segurança, o Estado recebeu carros, armas e outros equipamentos do Governo Federal, resultado de uma cooperação técnica com o Ministério da Justiça. O Governo do Ceará também colaborou com tropas para a Força Nacional em 2013 e em 2014, na Copa das Confederações e Copa do Mundo.

Entre os itens já enviados, estão dez viaturas, 5.112 munições calibre 12, 25 granadas de efeitos moral, 22 fuzis, 111 coletes balísticos femininos. É esperado ainda um micro-ônibus, duas viaturas 4x4, 20 fuzis, 35 pistolas, mil munições menos letais e 100 unidades de espargidor lacrimogêneo.

Diário do Nordeste

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